|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
meet the chief
the chief, 19, paulistana. dramática, exagerada, curiosa, teimosa,
inteligente, preguiçosa. e que mais? saiba aqui.
+ indie/punk/classic/alternative rock. Punkrock bubblegum
like Ramones
(copiado diretamente da Wikipedia,
gooo!). new
romantics. mpb. cinema.
literatura. cor azul. sorvete. chocolate.
- bossa
nova. cigarro. hipocrisia. white
stripes. e outras coisas que
não lembro.
moderadora - fórum street team
soulseek + last.fm +
orkut +
não clique
______
words of poison
diário notório - de conhecimento público e/ou de má fama. de 'notorious',
canção do duran duran.
desde janeiro/2004.
31ª versão com kaiser
chiefs.
créditos un
deux trois quatre
cinq
six
sept
huit
neuf
dix onze douze
treize
quatorze
versão anterior (30ª)

layouts anteriores
prêmios
& presentes
concursos

|
|
|
|
|
|
_ ____ __
pecados passados
fevereiro/2006
dezembro/2005
novembro/2005
outubro/2005
setembro/2005
agosto/2005
julho/2005
junho/2005
maio/2005
fevereiro/2005
janeiro/2005
dezembro/2004
novembro/2004
outubro/2004
setembro/2004
agosto/2004
julho/2004
junho/2004
maio/2004
abril/2004
março/2004
fevereiro/2004
janeiro/2004
_ ____ __
mais do mesmo

11.3.07
141. Das reflexões
Porque de repente me deu vontade de mudar tudo isso. Estou com vontade de não escrever mais sobre mim, mas de escrever sobre qualquer outra coisa. Escrever sobre as pessoas, todas aquelas que estão perto de mim, as que não estão também. De repente deu vontade de partir para um layout simples ao extremo, mas objetivo. Sem excessos. Também me deu vontade de jogar tudo fora e começar de novo, até num novo endereço, mas eu já não consigo mais me desligar daqui. O Notorious tem sido um pedaço de mim durante esses últimos anos, não raro muito mais vivo do que eu mesma. Durante a existência desse blog, eu passei por uma porção de experiências, conheci e desconheci muitas pessoas, e minha forma de pensar, agir, ser mudou consideravelmente. Eu já não sou mais aquela menininha que acreditava em contos de fadas e achava que sua vida seria um deles. Se por fora eu ainda pareço aquela menininha, por dentro as coisas são outras. Estou consideravelmente mais dolorida, mais cética, mais hostil até. Eu já não tenho mais a mesma paciência com as pessoas, talvez porque eu já tenha sido suficientemente agredida por elas.
De qualquer forma, há algum tempo eu não atualizo esse weblog. Não que isso faça alguma grande diferença, o BloggerMan não atualiza há mais tempo que eu - resta saber se este ainda vive ou se algum dia realmente existiu.
Eu detesto esse layout com todas as minhas forças. KC é tão divertido, mas o layout é poluído e tem a cor mais feia de todas.
Mentira. Convenhamos, eu já conheço todos os sintomas, já conheço a doença, já sei o que está acontecendo, não tem porque ficar enrolando e fingir que eu não estou em mais uma crise já tão conhecida. O estranho seria um período longo sem crises. Mais ainda, um período com novidades, com uma adaptação a algo radicalmente diferente de tudo que eu já experimentei nessa minha não tão longa vida.
Então vamos ao assunto em si: estar no meio de seres do sexo masculino (numa proporção 80/8 ou vice-versa, sei lá. enfim, o número menor representa a quantidade feminina) e em vários momentos ser a única guria entre eles pareceu divertido - e geralmente é. Mas o problema surge no momento em que você se sente a estranha no ninho, completamente solitária - daqueles momentos confusos onde você se sente solitária no meio de uma multidão.
E tudo isso me confunde, me deixa perdida. Chega a ser aterrador em alguns momentos. Uma sensação sufocante, de 'eu não sei até quando vou agüentar isso'. Mas basta alguém ser gentil ou divertido e a sensação se dissipa. Coisas que você deve saber: sensações são feitas de vento. Mas ela nem sempre se dissipa facilmente e algumas vezes resolve voltar - Coisas que você deve saber: tormentos nunca acabam. E aí a solução (?) é engolir e fazer de conta que tudo vai muito bem, obrigada. Assim as pessoas pensam que você é cheia de auto-estima, feliz (você ri de tudo, não ri?) - mas Frejat já disse sabiamente que rir de tudo é desespero.
E poutz, eu tinha dito algo sobre não falar de mim mesma aqui. Às vezes o desabafo é irresistível, mas eu queria que isso aqui fosse além de um simples 'diário', um local para desabafos. Eu gostaria que fosse um local para reflexões, estudos e observações sobre os seres humanos em geral, não só sobre mim. Mas enfim, eu chego lá qualquer dia desses.
the chief às 19:03 |